Author : Burilli

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Pense diferente! (Think Different) – Trecho do comercial da Apple legendado

 

Texto Original em Inglês

Here’s to the crazy ones.
The misfits.
The rebels.
The troublemakers.
The round pegs in the square holes.

The ones who see things differently.

They’re not fond of rules.
And they have no respect for the status quo.

You can quote them, disagree with them,
glorify or vilify them.
About the only thing you can’t do is ignore them.

Because they change things.

They push the human race forward.

While some may see them as the crazy ones,
we see genius.

Because the people who are crazy enough to think
they can change the world, are the ones who do.

— Steve Jobs, 1997

 


 

Texto Traduzido

Isto é para os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os criadores de caso. Os que são peças redondas nos buracos quadrados.
Os que vêem as coisas de forma diferente. Eles não gostam de regras. E eles não têm nenhum respeito pelo status quo. Você pode citá-los, discorda-los, glorificá-los ou difamá-los.

A única coisa que você não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas.
Eles inventam. Eles imaginam. Eles curam. Eles exploram. Eles criam. Eles inspiram.
Eles empurram a raça humana para frente.
Talvez eles tenham que ser loucos.
Como você pode olhar para uma tela em branco e ver uma obra de arte? Ou sentar em silêncio e ouvir uma música jamais composta? Ou olhar para um planeta vermelho e ver um laboratório sobre rodas?
Enquanto alguns os vêem como loucos, nós vemos gênios. Porque as pessoas que são loucos o suficiente para achar que podem mudar o mundo, são as que de fato, mudam.

 

 

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O que o circo tem pra nos ensinar sobre marketing digital?

 

No fim de semana fomos ao circo. E tive uma puta lição de marketing e humildade.

O mercado digital brasileiro ainda engatinha, e é muito comum que, quando as pessoas o descobrem, vislumbram um verdadeiro El Dorado.

Muitos enxergam o marketing digital como se fosse uma coisa especial que substituiu o “velho marketing”.

Mas na verdade apenas aplicamos princípios fundamentais de marketing, que são seculares.

As estratégias de marketing de conteúdo são um exemplo disso. Tem gente que acha que isso é “coisa da internet”.

Nesse circo, pude ver que o marketing de conteúdo existe até quando as pessoas nem sabem que o estão aplicando (e que talvez nem tenham ouvido falar do termo).

As famílias são atraídas ao circo para assistirem ao espetáculo. Mas não é nisso que o circo realmente fatura.

Nesse circo, os ingressos custavam R$ 10 e R$ 15 (crianças e adultos, respectivamente).

Lá dentro, aguardando o início, pipocas, refrigerantes, algodão doce e uma variedade de brinquedos são ofertados.

Algodão doce é 5 pilas, assim como a água, a pipoca, etc… Os brinquedos iam de R$ 10 para cima.

O espetáculo começa, com meus filhos abocanhando o algodão doce que compramos para cada um.

Terminaram o doce, e bateu aquela sede…. mais duas águas. Até aqui, já dobrei o ticket de venda das entradas do espetáculo das crianças.

O espetáculo vai rolando, e logo eles pedem pipoca. Mais uma para cada. Eles já gastaram mais em produtos up-sell que com as entradas deles.

Em um dado momento, o espetáculo anuncia um intervalo, e sobem no palco alguns dos funcionários do circo apresentando os brinquedos à venda.

Mas nem preciso dizer que vendiam como água.

O espetáculo continua. A atração mais aguardada pelas crianças fica pro final: o Homem de Ferro e o Transformer Bumblebee.

Mesmo sendo duas pessoas usando umas fantasias bem capengas, a criançada fica ensandecida.

E, encerrando espetáculo, o apresentador anuncia que as crianças podem tirar uma foto com os fantasiados de heróis (usando os próprios celulares dos pais) pelo módico preço de R$ 5.

Forma-se uma grande fila.

A sessão que pegamos não estava cheia, umas 30 famílias no máximo. Fiz uma conta de padaria considerando um ticket médio de R$ 105… um faturamento de R$ 100 mil no mês (pois fizeram 8 sessões por semana).

Se isso é muito, ou pouco… depende. Há que se considerar que circos não pagam ISS, e são contemplados na lei Rouanet desde 2011.

O que eu sei é que no estacionamento dos donos do circo, ao lado dos trailers de onde moram, eu vi uma pick-up RAM Laramie (que custa uns R$ 250 mil), e um Camaro amarelo, propriedade dos chefes (segundo o funcionário com quem conversei).

Talvez vocês devam estar se perguntando onde entra o marketing de conteúdo nisso tudo…

Então eu te pergunto: as pessoas vão no circo com qual finalidade?

 

Bruno Breda Dos Santos